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	<title>Comentários sobre: Homeopatia, uma medicina sobre nada</title>
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	<description>Telecurso 2.0</description>
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		<title>Por: Eduardo Ioci</title>
		<link>http://faseracional.interbarney.com/homeopatia-uma-medicina-sobre-nada/#comment-169</link>
		<dc:creator>Eduardo Ioci</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 02:22:32 +0000</pubDate>
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		<description>De Hipócrates a Paracelso
Os séculos seguintes apresentaram preponderância crescente das crenças de Cnido e das práticas de Galeno, chegando ao dogmatismo. O establishment da Antigüidade e, posteriormente, da Idade Média, não permitia qualquer tipo de oposição às idéias galênicas que reinaram quase absolutas por quinze séculos. Galeno ficou conhecido por seus preparados farmacêuticos que incluíam várias substâncias em cada um deles. Sua teriaga, uma de tantas misturas preparadas, chegou a ter mais de setenta ingredientes em sua composição até a época de sua morte. Na Idade Média o preparado já continha mais de cem substâncias, sendo usado como antídoto universal. Até o final do Século XIX a teriaga estava registrada nas farmacopéias oficiais de vários países europeus.
Paracelso
Um dos maiores críticos de Galeno, e, não casualmente, devoto de Hipócrates, foi Paracelso (1491 – 1541). Dotado de um espírito questionador, iconoclasta e revolucionário, esse médico e alquimista, nascido em Zurique, abalou as estruturas acadêmicas de sua época, questionando os clássicos e afirmando a necessidade de se realizarem experiências e observações próprias para o conhecimento da ciência. Com efeito, a medicina paracelsista é um retorno à filosofia da natureza, ao holismo. Ele vê a pessoa submetida às mesmas leis e princípios que governam o universo; em suas palavras: &quot;Assim como é em cima, é em baixo&quot;. Para ele, a saúde é resultante da harmonia entre o homem (microcosmo) e o Universo (macrocosmo). Paracelso aceita o princípio da cura pelo semelhante e prescreve: &quot;Scorpio escorpionem curat&quot;.
Samuel Hahnemann
No Século XVIII, Samuel Hahnemann (1755-1843) nasce na Alemanha e inicia sua prática médica em 1779. Naquela época, sangrias, eméticos e purgantes eram receitados sem nenhum resguardo. Os médicos julgavam-se autoridades máximas, acima da natureza, e não duvidavam de seus métodos mesmo diante de desastrosas evidências do dano que causavam. Hahnemann frustra-se profundamente com a prática médica e decide abandoná-la em 1789. Um de seus escritos reflete a angústia e o desânimo que pousaram sobre ele naquela época: &quot;converter-me em assassino de meus irmãos era para mim um pensamento tão terrível que renunciei à prática para não me expor mais a continuar prejudicando&quot;. Essa postura mostra sintonia com a máxima hipocrática: &quot;Primo nil nocere&quot;, ou seja, primeiramente não prejudicar.
Era um poliglota. Consta que conhecia grego, latim, hebraico, árabe, caldeu, alemão, inglês, francês, italiano, espanhol, entre outras línguas. O conhecimento desses idiomas é decisivo no futuro de Hahnemann, pois, havendo abandonado a prática médica, começa a sobreviver realizando trabalhos de tradução. Traduz, sobretudo, obras médicas e científicas, retomando estudos de antigos mestres como Hipócrates, Paracelso, Jan Baptista van Helmont, Thomas Sydenham, Boerhaave, Stahl e Albrecht von Haller.
A história registra sua personalidade prodigiosa, dotada de capacidade de observação e de senso crítico. Foi quando trabalhava na tradução da Materia Medica de Cullen, em 1790, que um fato descrito por aquele autor chamou sua atenção. A Cinchona officinalis (quinina ou simplesmente quina) era usada na Europa, proveniente do Peru, para o tratamento do paludismo. Segundo explicações do autor do livro, a Cinchona atuaria fortalecendo o estômago e produzindo uma substância contrária à febre. Movido por curiosidade e intuição científicas, Hahnemann decide provar, nele mesmo, o medicamento. Observou em si o aparecimento de sintomas semelhantes ao das crises febris da malária (esfriamento das extremidades, rubor facial, sonolência, prostração, pulsações na cabeça) ao ingerir a quina e seu desaparecimento ao cessar o uso. Repetiu várias vezes o experimento com a quinina e depois continuou fazendo provas com beladona, mercúrio, digital, ópio, arsênico e outros medicamentos. Inspirado pela obra de von Haller, que preconizava o estudo do medicamento na pessoa saudável, antes de ser ministrada ao doente, inclui seus parentes nas experiências, observa e anota pormenorizadamente os resultados.
Depois de seis anos de pesquisas intensas, Hahnemann publica o &quot;Ensaio sobre um novo princípio para descobrir as virtudes curativas das substâncias medicamentosas, seguido de alguns comentários a respeito dos princípios aceitos na época atual&quot;. 1796 entra para a História da medicina como o ano de sistematização dos conhecimentos homeopáticos (para alguns o &quot;nascimento da homeopatia&quot;). Como visto acima, os princípios já haviam sido enunciados por outros médicos anteriormente, mas é Hahnemann quem dá um corpo único, coerente, sintético, com fundamentos nitidamente compreensíveis à homeopatia. É curioso mencionar que foi ele quem cunhou os termos &quot;homeopatia&quot; (à qual também se referia como Arte de Curar) e &quot;alopatia&quot; (Prática abusiva, agressiva e pouco eficaz).
A partir de 1801 Hahnemann começa a usar &quot;medicamentos dinamizados&quot; (técnica própria da homeopatia que visa o desenvolvimento da força medicamentosa latente na substância e que consiste em submeter a droga a diluições e sucussões sucessivas) e observa que isso dá mais potência ao medicamento. Em 1810 publica sua obra fundamental, &quot;Organon da Medicina Racional&quot;, mais tarde, &quot;Organon da Arte de Curar&quot;. Em vida, chega a publicar cinco edições do Organon. A sexta e definitiva edição vai para o prelo post mortem, em 1921.
Estude antes de comentar o que vocês não sabem!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De Hipócrates a Paracelso<br />
Os séculos seguintes apresentaram preponderância crescente das crenças de Cnido e das práticas de Galeno, chegando ao dogmatismo. O establishment da Antigüidade e, posteriormente, da Idade Média, não permitia qualquer tipo de oposição às idéias galênicas que reinaram quase absolutas por quinze séculos. Galeno ficou conhecido por seus preparados farmacêuticos que incluíam várias substâncias em cada um deles. Sua teriaga, uma de tantas misturas preparadas, chegou a ter mais de setenta ingredientes em sua composição até a época de sua morte. Na Idade Média o preparado já continha mais de cem substâncias, sendo usado como antídoto universal. Até o final do Século XIX a teriaga estava registrada nas farmacopéias oficiais de vários países europeus.<br />
Paracelso<br />
Um dos maiores críticos de Galeno, e, não casualmente, devoto de Hipócrates, foi Paracelso (1491 – 1541). Dotado de um espírito questionador, iconoclasta e revolucionário, esse médico e alquimista, nascido em Zurique, abalou as estruturas acadêmicas de sua época, questionando os clássicos e afirmando a necessidade de se realizarem experiências e observações próprias para o conhecimento da ciência. Com efeito, a medicina paracelsista é um retorno à filosofia da natureza, ao holismo. Ele vê a pessoa submetida às mesmas leis e princípios que governam o universo; em suas palavras: &#8220;Assim como é em cima, é em baixo&#8221;. Para ele, a saúde é resultante da harmonia entre o homem (microcosmo) e o Universo (macrocosmo). Paracelso aceita o princípio da cura pelo semelhante e prescreve: &#8220;Scorpio escorpionem curat&#8221;.<br />
Samuel Hahnemann<br />
No Século XVIII, Samuel Hahnemann (1755-1843) nasce na Alemanha e inicia sua prática médica em 1779. Naquela época, sangrias, eméticos e purgantes eram receitados sem nenhum resguardo. Os médicos julgavam-se autoridades máximas, acima da natureza, e não duvidavam de seus métodos mesmo diante de desastrosas evidências do dano que causavam. Hahnemann frustra-se profundamente com a prática médica e decide abandoná-la em 1789. Um de seus escritos reflete a angústia e o desânimo que pousaram sobre ele naquela época: &#8220;converter-me em assassino de meus irmãos era para mim um pensamento tão terrível que renunciei à prática para não me expor mais a continuar prejudicando&#8221;. Essa postura mostra sintonia com a máxima hipocrática: &#8220;Primo nil nocere&#8221;, ou seja, primeiramente não prejudicar.<br />
Era um poliglota. Consta que conhecia grego, latim, hebraico, árabe, caldeu, alemão, inglês, francês, italiano, espanhol, entre outras línguas. O conhecimento desses idiomas é decisivo no futuro de Hahnemann, pois, havendo abandonado a prática médica, começa a sobreviver realizando trabalhos de tradução. Traduz, sobretudo, obras médicas e científicas, retomando estudos de antigos mestres como Hipócrates, Paracelso, Jan Baptista van Helmont, Thomas Sydenham, Boerhaave, Stahl e Albrecht von Haller.<br />
A história registra sua personalidade prodigiosa, dotada de capacidade de observação e de senso crítico. Foi quando trabalhava na tradução da Materia Medica de Cullen, em 1790, que um fato descrito por aquele autor chamou sua atenção. A Cinchona officinalis (quinina ou simplesmente quina) era usada na Europa, proveniente do Peru, para o tratamento do paludismo. Segundo explicações do autor do livro, a Cinchona atuaria fortalecendo o estômago e produzindo uma substância contrária à febre. Movido por curiosidade e intuição científicas, Hahnemann decide provar, nele mesmo, o medicamento. Observou em si o aparecimento de sintomas semelhantes ao das crises febris da malária (esfriamento das extremidades, rubor facial, sonolência, prostração, pulsações na cabeça) ao ingerir a quina e seu desaparecimento ao cessar o uso. Repetiu várias vezes o experimento com a quinina e depois continuou fazendo provas com beladona, mercúrio, digital, ópio, arsênico e outros medicamentos. Inspirado pela obra de von Haller, que preconizava o estudo do medicamento na pessoa saudável, antes de ser ministrada ao doente, inclui seus parentes nas experiências, observa e anota pormenorizadamente os resultados.<br />
Depois de seis anos de pesquisas intensas, Hahnemann publica o &#8220;Ensaio sobre um novo princípio para descobrir as virtudes curativas das substâncias medicamentosas, seguido de alguns comentários a respeito dos princípios aceitos na época atual&#8221;. 1796 entra para a História da medicina como o ano de sistematização dos conhecimentos homeopáticos (para alguns o &#8220;nascimento da homeopatia&#8221;). Como visto acima, os princípios já haviam sido enunciados por outros médicos anteriormente, mas é Hahnemann quem dá um corpo único, coerente, sintético, com fundamentos nitidamente compreensíveis à homeopatia. É curioso mencionar que foi ele quem cunhou os termos &#8220;homeopatia&#8221; (à qual também se referia como Arte de Curar) e &#8220;alopatia&#8221; (Prática abusiva, agressiva e pouco eficaz).<br />
A partir de 1801 Hahnemann começa a usar &#8220;medicamentos dinamizados&#8221; (técnica própria da homeopatia que visa o desenvolvimento da força medicamentosa latente na substância e que consiste em submeter a droga a diluições e sucussões sucessivas) e observa que isso dá mais potência ao medicamento. Em 1810 publica sua obra fundamental, &#8220;Organon da Medicina Racional&#8221;, mais tarde, &#8220;Organon da Arte de Curar&#8221;. Em vida, chega a publicar cinco edições do Organon. A sexta e definitiva edição vai para o prelo post mortem, em 1921.<br />
Estude antes de comentar o que vocês não sabem!</p>
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	<item>
		<title>Por: Eduardo Ioci</title>
		<link>http://faseracional.interbarney.com/homeopatia-uma-medicina-sobre-nada/#comment-168</link>
		<dc:creator>Eduardo Ioci</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 02:15:01 +0000</pubDate>
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		<description>Cara você precisa de Bufo Rana 200CH. Quem sabe desperta   sua capacidade de pensar e veja que quando você precisar de tratamento a homeopatia estará de braços abertos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara você precisa de Bufo Rana 200CH. Quem sabe desperta   sua capacidade de pensar e veja que quando você precisar de tratamento a homeopatia estará de braços abertos</p>
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	<item>
		<title>Por: bla</title>
		<link>http://faseracional.interbarney.com/homeopatia-uma-medicina-sobre-nada/#comment-167</link>
		<dc:creator>bla</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 03:53:08 +0000</pubDate>
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		<description>Há mortes também em decorrência do não tratamento devido à crenças religiosas. Me manda uma carta no dia em que a medicina ocidental tradicional explicar todas as &quot;curas milagrosas&quot; e doenças misteriosas que já houveram.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há mortes também em decorrência do não tratamento devido à crenças religiosas. Me manda uma carta no dia em que a medicina ocidental tradicional explicar todas as &#8220;curas milagrosas&#8221; e doenças misteriosas que já houveram.</p>
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	<item>
		<title>Por: egidio</title>
		<link>http://faseracional.interbarney.com/homeopatia-uma-medicina-sobre-nada/#comment-165</link>
		<dc:creator>egidio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 22:28:15 +0000</pubDate>
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		<description>pseudo ciencia , tudo uma porcaria , viu?
coisas alternativas vão bem até que aconteça algo mais serio, tipo uma dor de dente, ai o maluco vai correndo pro dentista, quer anestesia e tudo que tem direito..kkkk
Os malucos usam tecnologia o dia inteiro, tais como roupas , relogias, pasta de dente, escovas, carros, tels, mas na hora de se tratarem preferem o mundo magico.
acho uma falta de sorte terrível, mas infelismente não tem mundo mágico.
Cresçam crianças.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>pseudo ciencia , tudo uma porcaria , viu?<br />
coisas alternativas vão bem até que aconteça algo mais serio, tipo uma dor de dente, ai o maluco vai correndo pro dentista, quer anestesia e tudo que tem direito..kkkk<br />
Os malucos usam tecnologia o dia inteiro, tais como roupas , relogias, pasta de dente, escovas, carros, tels, mas na hora de se tratarem preferem o mundo magico.<br />
acho uma falta de sorte terrível, mas infelismente não tem mundo mágico.<br />
Cresçam crianças.</p>
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	<item>
		<title>Por: egidio</title>
		<link>http://faseracional.interbarney.com/homeopatia-uma-medicina-sobre-nada/#comment-164</link>
		<dc:creator>egidio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 22:23:13 +0000</pubDate>
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		<description>claro que homeopatia funciona, claro... tudo cientifico... claro..
So estou esperando pelo lançamento do anticoncepcional homeopatico, kkkkkkk</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>claro que homeopatia funciona, claro&#8230; tudo cientifico&#8230; claro..<br />
So estou esperando pelo lançamento do anticoncepcional homeopatico, kkkkkkk</p>
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	<item>
		<title>Por: Silvio</title>
		<link>http://faseracional.interbarney.com/homeopatia-uma-medicina-sobre-nada/#comment-162</link>
		<dc:creator>Silvio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 21:59:36 +0000</pubDate>
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		<description>Quáquáquá!
Me diverti com os comentários! Como alguém acima disse, faltou realmente comprovações no texto. 
O que não muda nunca em quem é a favor da homeopatia (e outras crendices): ataques pessoais sem o mínimo embasamento científico.
Agora um conselho para o autor: não se pode errar no português, pois prejudica seus bons argumentos.
abraços aos crentes e aos céticos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quáquáquá!<br />
Me diverti com os comentários! Como alguém acima disse, faltou realmente comprovações no texto.<br />
O que não muda nunca em quem é a favor da homeopatia (e outras crendices): ataques pessoais sem o mínimo embasamento científico.<br />
Agora um conselho para o autor: não se pode errar no português, pois prejudica seus bons argumentos.<br />
abraços aos crentes e aos céticos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alex_</title>
		<link>http://faseracional.interbarney.com/homeopatia-uma-medicina-sobre-nada/#comment-161</link>
		<dc:creator>Alex_</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 21:32:37 +0000</pubDate>
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		<description>muito boa a idéia desse blog! pena você escrever tão pouco nele.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muito boa a idéia desse blog! pena você escrever tão pouco nele.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Axel von Opel</title>
		<link>http://faseracional.interbarney.com/homeopatia-uma-medicina-sobre-nada/#comment-160</link>
		<dc:creator>Axel von Opel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 13:33:04 +0000</pubDate>
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		<description>Que tipo raro de imbecil escreveu este blog. Nem português sabe, e quer versar sobre ciência médica.
Vai procurar algo útil para fazer, incompetente.
Fala como se conhecesse, mas demonstra não conhecer nada.
Gaba-se de feitos científicos, mas não consegue descrever uma só hipótese plausível.
Otário.
No mínimo esta sendo pago por algum laboratório para falar tanta imbecilidade.
Faço votos que melhore sua imbecilidade.
Sugestão: Coma mais feno e vai se sentir melhor, seu otário</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que tipo raro de imbecil escreveu este blog. Nem português sabe, e quer versar sobre ciência médica.<br />
Vai procurar algo útil para fazer, incompetente.<br />
Fala como se conhecesse, mas demonstra não conhecer nada.<br />
Gaba-se de feitos científicos, mas não consegue descrever uma só hipótese plausível.<br />
Otário.<br />
No mínimo esta sendo pago por algum laboratório para falar tanta imbecilidade.<br />
Faço votos que melhore sua imbecilidade.<br />
Sugestão: Coma mais feno e vai se sentir melhor, seu otário</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Milena</title>
		<link>http://faseracional.interbarney.com/homeopatia-uma-medicina-sobre-nada/#comment-159</link>
		<dc:creator>Milena</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 00:46:07 +0000</pubDate>
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		<description>num entendo nada de química, mas meu primo é farmacêutico e diz a mesma coisa: balela pura e simples. quando eu era criança, minha mãe me tratava com homeopatia em caso de gripe. eu nunca tomava os remédios direito, mas com cerca de uma semana estava muito bem, obrigado de novo. segundo minha querida progenitora, façanha da homeopatia. eu acredito mais no meu sistema imunológico. aliás, esse troço é tão furado que a própria médica homeopata, me vendo com 42 de febre, receitava antitérmicos tradicionais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>num entendo nada de química, mas meu primo é farmacêutico e diz a mesma coisa: balela pura e simples. quando eu era criança, minha mãe me tratava com homeopatia em caso de gripe. eu nunca tomava os remédios direito, mas com cerca de uma semana estava muito bem, obrigado de novo. segundo minha querida progenitora, façanha da homeopatia. eu acredito mais no meu sistema imunológico. aliás, esse troço é tão furado que a própria médica homeopata, me vendo com 42 de febre, receitava antitérmicos tradicionais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Natacha Monteiro</title>
		<link>http://faseracional.interbarney.com/homeopatia-uma-medicina-sobre-nada/#comment-158</link>
		<dc:creator>Natacha Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 12:51:45 +0000</pubDate>
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		<description>Caro &quot;Amigo&quot;,

Ao longo da leitura do seu post foram surgindo na minha memória dois pensamentos que normalmente insisto em fazer passar às pessoas que sinto que poderão ainda ter uma chance de evoluir (há quem por limitação de inteligência não o consiga por mais que tente). 

Ainda perdi um pouco a tentar decidir qual deles deveria partilhar consigo mas acabei por decidir que melhor que partilhar apenas um seria partilhar os dois mesmo.

Assim sendo, e sem querer entrar em refutações infindáveis sobre a opinião que emitiu acima, limito-me a deixá-lo com a companhia de dois Mestres.

&quot;Há verdadeiramente duas coisas diferentes: saber e crer que se sabe. A ciência consiste em saber; em crer que se sabe consiste a ignorância.&quot; (Hipócrates)

&quot;Se não sabes, aprende. Se já sabes, ensina.&quot; (Confúcio)

Pense nisso...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro &#8220;Amigo&#8221;,</p>
<p>Ao longo da leitura do seu post foram surgindo na minha memória dois pensamentos que normalmente insisto em fazer passar às pessoas que sinto que poderão ainda ter uma chance de evoluir (há quem por limitação de inteligência não o consiga por mais que tente). </p>
<p>Ainda perdi um pouco a tentar decidir qual deles deveria partilhar consigo mas acabei por decidir que melhor que partilhar apenas um seria partilhar os dois mesmo.</p>
<p>Assim sendo, e sem querer entrar em refutações infindáveis sobre a opinião que emitiu acima, limito-me a deixá-lo com a companhia de dois Mestres.</p>
<p>&#8220;Há verdadeiramente duas coisas diferentes: saber e crer que se sabe. A ciência consiste em saber; em crer que se sabe consiste a ignorância.&#8221; (Hipócrates)</p>
<p>&#8220;Se não sabes, aprende. Se já sabes, ensina.&#8221; (Confúcio)</p>
<p>Pense nisso&#8230;</p>
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